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Caio Nunes Cia de Dança

Usando músicas de todas as culturas e ritmos, expressam, em forma de renúncia, seu sentimento a respeito do homem, sua vida, emoções e atos. Com esse objetivo, a CIA se reúne em uma oficina de trabalho; onde praticam e montam um espetáculo com coreografias e ou textos.

 

Vivemos numa sociedade poderosamente influenciada pelos meios de comunicação de massa. Somos diariamente atingidos por milhões de apelos que visam nos dirigir para determinados gostos, hábitos e torres de retransmissão dessa poderosa vontade social, que influi tão fortemente sobre a nossa vontade pessoal. São poucos, muito poucos mesmo, os que não se dobram a essa vontade social. E isto também se reflete principalmente nas artes, em geral, na pintura, escultura, na dança contemporânea e no ballet.
A linguagem utilizada é antiga, já conhecida, repetitiva e sem muita criatividade. A linguagem da maioria das companhias de dança está prisioneira desta vontade social. E isto é fonte de inúmeras frustrações. Mas, eu não quero falar do antigo, quero falar do “novo”. 

 

A CAIO NUNES CIA. DE DANCA  veio para entender e agir sobre os exteriores, o mundo cá fora, mas veio também para entender agir, sobretudo sobre os “interiores”, o mundo de dentro, das emoções, dos mistérios.
O que acontece quando se assiste a CIA? Sentimos na mesma faixa de onda que nós, público e platéia, captando, cristalinamente, nossa energia. E isso é difícil. O que “CAIO NUNES CIA. DE DANCA  ” quer é sensibilidade, sintonia fina, uma recepção para aquilo que o público irradia. “CAIO NUNES CIA. DE DANCA ” quer o entendimento emocionado. Isto é magia. Mas paralelamente a este trabalho emocionado, forte, energético, plástico. Correm emoções pra todo o lado, inclusive pelos nossos corpos, quando dançamos... 

 

Novo Espetáculo

Eu, tu e eles ...

Eu, tu e Eles... 

Um copilado  de questões em uma estrutura conversa corpo com potentes bailarinos, característica da sua história, 

 A Cia pontua mais uma vez a sua identidade neste espetáculo, em uma nova ruptura trazendo a margem  de como nos vemos hoje.  Libertação ou alienação são algumas das questões colocadas em cena. Com uma trilha narrativa, forte e emocionante em forma desconstrutiva com alguns dos nossos grandes cantores nacionais, o coreógrafo Caio Nunes nos  traduz estas emoções com movimentos  precisos sem discernir o que é certo ou errado nos corpos dos  ecléticos intérpretes. 

O diretor e coreógrafo Caio Nunes nos brinda com mais uma obra inédita. 

Eu, tu e eles nos revela a diversidade destes bailarinos em cena  aflorando a identidade, corporeidade e vestimenta de como eu quero ser visto hoje neste universo contemporâneo. Vestimenta que representam sentimentos. O trabalho interioriza em forma de uma terapia externando em diversos fatos!

Com um olhar na contemporaneidade Caio Nunes convidou mais dois coreógrafos para assinarem parte das coreografias junto com ele. Para isso ele contou com o brilho dos premiados Monique Paes e Edson Santos, para trazer a cena um Jazz Contemporâneo.

Uma das marcas do Diretor é de mais uma vez ter uma Cia. masculina composta por intérpretes pesquisadores de vários Estados do País.

Criação/Direção: Caio Nunes

Coreografias: Monique Paes, Edson Santos e Caio nunes

 

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